Crematórios já devem atender centenas de famílias em 2013
Londrina Antes restrito aos grandes centros, os crematórios começam a se espalhar pelo interior, catapultados especialmente pelo interesse de clientes com elevado nível sociocultural. Em Londrina, a capacidade de atendimento funerário deve ganhar um reforço e tanto com a entrada em operação de duas unidades. A previsão é que 250 famílias optem por esse alternativa em 2013.
A primeira cremação na cidade ocorreu no dia 25 de dezembro do ano passado no Crematório Londrina, localizado no km 6 da Rodovia Carlos João Strass, no distrito da Warta (zona norte).
De acordo com o gerente Vilian Lopes Matos, a unidade já atendeu 11 famílias até agora. "Temos a expectativa de realizar 20 cremações por mês a partir de abril", prevê.
Matos acredita que o principal obstáculo para que o serviço atenda uma demanda maior é a questão cultural. "Muitas vezes, as famílias descartam a cremação por achar que não vão ter um local para prestar homenagens ao falecido", explica. Há também um espaço específico para a cerimônia de despedida da família.
Na verdade, parentes e amigos contam, no crematório, com um local para fazer orações e lembrar do ente que se foi. "Existe um espaço que a gente chama de sala de memória, onde a família pode guardar a cinza e deixar objetos pessoais do falecido", esclareceu.
O gerente do crematório garante que há uma demanda crescente no País pelo serviço e que os preços são competitivos, comparado com o valor dos terrenos em cemitérios particulares. Para o plano preventivo, a cremação não estão incluídos os gastos do velório e da urna funerária custa R$ 2.980.
Em maio, outro crematório será inaugurado na cidade, desta vez na zona oeste. No Paraná, funcionam outros quatro crematórios, três na capital e um em Maringá, unidade pioneira do interior.(L.F.M.)





