CPT acusa pessoas influentes por grilagem no Amapá
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 26 de maio de 2005
Agência Brasil 
Macapá - A Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Amapá aponta como responsáveis pela grilagem de terra na região pessoas influentes da sociedade, como empresários, juízes, políticos e advogados. Segundo a CPT, mais de 40 mil hectares de terras do estado e da União estão sendo indevidamente exploradas por madeireiros e plantadores de soja, arroz e milho. Segundo o coordenador da CPT no Amapá, Sandro Gallazzi, as irregularidades já foram denunciadas ao Ministério Público Federal e estão sendo apuradas.
Um relatório de 231 páginas, com um panorama das irregularidades na aquisição de terras no estado foi encaminhado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) à Superintendência da Polícia Federal e ao Ministério Público Federal. De acordo com o relatório, as irregularidades foram detectadas principalmente nos municípios de Macapá e Italbal do Piririm.


