Rio Branco, 08 (AE) - A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura o fechamento do Banco do Estado do Acre (Banacre) descobriu hoje que o desembargador Jersey Pacheco Nunes, vice-presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado, usou a empresa Madeireira da Amazônia Brasileira (Mabril) como "laranja" para obter um empréstimo cuja garantia oferecida era um terreno que não lhe pertencia.
Pacheco disse que era o legítimo proprietário do terreno
mas os membros da CPI descobriram que o livro de registro de imóveis foi fraudado. A CPI apurou que Nunes era ao, mesmo tempo
procurador e fiador da empresa. "Típico caso de usar pessoas jurídicas como laranja", disse o presidente da CPI, Edvaldo Magalhães.

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