Cortella é atração em evento da FOLHA
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quinta-feira, 13 de março de 2014
Lucio Flávio Cruz<br>Reportagem Local 
Londrina O filósofo, escritor e professor londrinense Mario Sergio Cortella fará uma participação especial no evento "Há 65 anos fazendo notícias", que será promovido pela Folha de Londrina na quarta-feira em comemoração aos 65 anos do jornal, festejado no dia 13 de novembro de 2013.
Nascido em Londrina em 1954, Cortella formou-se em Filosofia e fez mestrado e doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). É autor de 21 livros nas áreas de Filosofia e Educação. Seu último lançamento, "Ética e Vergonha na Cara!", está nas livrarias desde a semana passada.
Cortella fez questão de ressaltar a sua história pessoal com a Folha de Londrina. "Eu aprendi a ler aos 6 anos com a FOLHA. O meu pai tinha o jornal em casa e por isso eu posso falar da minha familiaridade com a FOLHA. Esta proximidade com a leitura foi fundamental para que eu seguisse no mundo das letras", frisou Cortella, que no ano passado recebeu da Câmara Municipal de Londrina o título de Cidadão Benemérito.
"Na oportunidade trouxe a minha mãe e por três horas ficamos caminhando pela cidade e passando pelos lugares onde moramos. Foi uma experiência linda de volta ao passado", comentou.
A festa terá a presença de parceiros, clientes e lideranças políticas e empresarias de Londrina e do Paraná. A mestre de cerimônia será a também londrinense Isabela Tacaki, apresentadora da TV Bandeirantes.
"Na comemoração queremos ressaltar a importância de Londrina, da Região Norte e do interior do Paraná. Por isso fizemos questão de trazer um palestrante e a cerimonialista que são gente de Londrina. Saíram da cidade e obtiveram êxito. Exemplo da própria FOLHA, uma autêntica pé-vermelho, que saiu da divisa de Londrina e hoje é uma referência nacional", ressaltou José Nicolás Mejía, diretor da FOLHA.
Segundo Cortella, a palestra vai buscar uma reflexão sobre a história do jornal, que se constrói no dia a dia, assim como a história de vida das pessoas. "É preciso engrandecer a vida e para isso é fundamental exercermos atividades honrosas e que tragam alegria e colaborem com as pessoas no dia a dia", frisou. "A história da FOLHA tem essa característica, de não ser fútil, superficial, o que tem sido comprovada ao longos dos seus 65 anos em uma cidade que vai completar 80. Uma imprensa livre e séria é capaz de proteger o futuro", pontuou o filósofo, que é professor titular do Departamento de Teologia e Ciências da Religião e de pós-graduação em Educação da PUC-SP e professor convidado da Fundação Dom Cabral.


