Corretor vai à Justiça para receber comissão
A Associação de Produtores Rurais Santo Expedito está sendo processada por um corretor de imóveis para pagamento de comissão pela venda de duas das três fazendas e o técnico em agropecuária, Jonas Zaramelo Pinheiro, também questiona a legalidade disso: ''A comissão tem que ser cobrada de quem vendeu e não de quem comprou, não é?'', questionou.
O valor cobrado na Justiça é de R$ 12,6 mil, percentual de 3% do valor total da venda dos imóveis (R$ 420 mil). Segundo o corretor Narcízio Vieira da Silva, na ocasião da venda a associação assinou um documento assumindo o débito. Silva já recebeu R$ 5 mil referente a venda de um estábulo, que ''ganhou'' como parte do pagamento.
A presidente da Aparc, Ivone de Fátima Silva, disse que ''também foi acertado com o grupo o pagamento da comissão do corretor''. ''Por isso ele recebeu a mangueira de gado (estábulo) e houve má-fé dele (corretor) que entrou com um processo na Justiça'', afirmou.





