Correnteza arrasta barragem flutuante colocada no Rio Pará
Por Carlos Mendes, especial para a AE
Belém, 16 (AE) - A força da correnteza do Rio Pará, onde há 13 dias afundou a balsa Miss Rondônia, com 1,8 milhão de litros de óleo, arrastou parte da barragem flutuante, desfazendo uma espécie de colar feito num raio de 150 metros em volta da embarcação. A balsa estava a serviço da Texaco. Os técnicos das empresas americanas que vão tentar resgatar a balsa do fundo do rio informaram que a solução para o problema será reforçar a sustentação da barragem com a colocação de dez âncoras no leito do rio.
"Nós já sabíamos que isso iria acontecer", disse o diretor da Texaco, José Ferreira Amin. Ele acrescentou que as âncoras vão evitar a repetição do acidente. A Texaco já começou a formar uma barreira com 3.600 sacos de areia em torno da balsa
no fundo do rio, na tentativa de reter o óleo, caso ocorra vazamento.





