São Paulo, 10 (AE) - A Corregedoria da Polícia Militar negou há pouco que tenha solicitado novo laudo no caso do ex-PM Otávio Lourenço Gambra, o Rambo. O novo laudo, digitalizado, serviria como principal argumento da defesa para contestar laudo oficial do Instituto de Criminalística que apontou Rambo como autor do disparo que matou o conferente Mário José Josino, em março de 97, em blitz na Favela Naval, em Diadema.
Hoje pela manhã, antes do início do julgamento, no Fórum de Diadema, o coronel chefe do Departamento de Operações Ostensivas e Reservadas da Corregedoria, Rui Francisco de Azevedo, citou a existência do novo laudo que colocaria em dúvida a autoria do crime. Segundo o departamento de Relações Públicas da Corregedoria, o coronel Azevedo é evangélico e presta serviço comunitário nos finais de semana com policiais que estão em tratamento na psiquiatria e a presos do Presídio Romão Gomes, onde Gambra está detido. A ajuda se estende a familiares.
Uma explicação para a presença do coronel no Fórum seria essa, um provável contato com familiares do ex-PM Gambra ou com seus advogados de defesa. Ainda segundo a RP da Corregedoria, o coronel Azevedo não está lá representando nenhuma posição oficial da Corregedoria.

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