A polícia confirmou na tarde de ontem uma briga entre o deputado estadual e coronel reformado da PM Ubiratan Guimarães (PTB) e a namorada dele, a advogada Carla Cepollina, no dia do crime, mas nega que haja uma linha de investigação. O coronel foi encontrado morto na noite de anteontem.
Ontem foram ouvidos os funcionários do prédio onde ele morava e vizinhos. A namorada, Carla, teve uma conversa informal com os investigadores e deve depor hoje.
Para o delegado geral da Polícia Civil, Marco Antonio Desgualdo, nenhuma hipótese deve ser descartada, mas ele não acredita em uma ação do crime organizado pela forma como o assassinato ocorreu. ''Não havia sinal de arrombamento, tão pouco luta. As coisas estavam em ordem dentro da casa, tudo no lugar. Agora é chegar na autoria, a quem interessava'', declarou Desgualdo.
O chefe de gabinete do deputado, Eduardo Anastasi, afirmou que ele sempre recebeu ameaças de morte desde que comandou a operação que resultou na morte de 111 presos.

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