Londrina - Representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai), Copel e Ministério Público Federal (MPF) estiveram reunidos ontem tentando acabar com o impasse sobre o valor a ser pago para os índios caingangues da Aldeia Barão de Antonina, referente a uma indenização pelo uso da terra que fica próximo ao município de São Jerônimo da Serra (78 km ao sul de Cornélio Procópio). Após pouco mais de quatro horas de negociação, nenhum dos representantes falou com a imprensa sobre o assunto. Por volta das 18h15 todo o grupo deixou o MPF e seguiram para a aldeia onde estariam apresentando a possível proposta feita pela Copel. Há cerca de três anos a Copel firmou um acordo com o grupo e já vem pagando um montande de R$ 25 mil anuais pelo uso da área da aldeia. Os índios não estão satisfeitos e exigem R$ 3,5 milhões.

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