Coordenadora nega falta em Londrina
Em Londrina, a coordenadora do programa municipal DST/Aids da Secretaria municipal de Saúde, Rosangela Alvanhan, diz que não houve falta de preservativos na cidade até agora. Ela argumenta que o limite de 12 preservativos varia de pessoa para pessoa. Para mulheres casadas, com a vida sexual estável, esse é o número máximo. Porém, para outros casos depende da demanda da pessoa. ''Muitas vezes pedidos que a pessoa volte mais de uma vez por mês para não darmos tudo de uma vez. Isso porque muitas vezes o preservativo é vendido ou até trocado por drogas'', afirmou. Para 2005, a previsão é que Londrina receba 1 milhão de camisinhas.
O Ministério da Saúde informou, por meio de nota oficial, que ''todos os processos de compra de preservativos foram realizados de acordo com o que determina a lei e após parecer da consultoria jurídica do Ministério. O processo que havia sido interrompido para investigação foi retomado após auditorias interna e externa, além de avaliação jurídica.''
O Ministério informou ainda que ''foram concluídos ou estão em andamento os processos de compra de preservativos, que totalizam 700 milhões de unidades, quantidade suficiente para abastecer o país neste mês de dezembro e ao longo de todo o ano de 2005.''(A.B.)





