Brasília, 31 (AE) - O ministro-chefe da Casa Civil, Pedro Parente, disse há pouco, após a solenidade de posse do novo chefe da Advocacia Geral da União (AGU), Gilmar Mendes, que não existe "hipótese de divergências no primeiro escalão do governo" e que, se houvesse essa hipótese, o presidente da República tomaria as providências que julgasse necessárias. O ministro admitiu, no entanto, que o assunto que suscita discussões no âmbito do governo sobre o controle dos preços dos medicamentos "é, de fato, extremamente importante, pois trata-se de um gênero absolutamente necessário e de que a população não pode prescindir". "Ninguém consome remédio porque quer, toma porque precisa", completou. E completou que, por isso, é preciso ter muita atenção. "O que realmente todo cidadão gostaria de ver é que gênero dessa necessidade não tivesse aumentos abusivos", afirmou. Um repórter lhe perguntou se achava que deveria ser implantado o controle de preços de medicamentos. Pedro Parente respondeu apenas que se trata de assunto "da área dos ministérios envolvidos e não da Casa Civil".

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