Curitiba A solução para a contaminação biológica das unidades de conservação depende de um processo de erradicação e controle biológico. O ideal, entretanto, é que os profissionais façam um diagnóstico simples nessas áreas, reconheçam as espécies que não são nativas e as retirem. ''É um processo simples, que pode ser repassado aos moradores locais e até mesmo aos alunos das escolas próximas às regiões contaminadas'', ensinou Silvia Ziller, durante a palestra realizada no Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação.
A pesquisadora lembra que o pinus tem o lado positivo, que é a produção econômica. ''Mas é mal administrado. Produzir pinus é igual criar gado. Tem que ter uma cerca e tem que ter controle. As mudas que estão fora da propriedade têm que ser retiradas'', afirma.
Como se trata de um assunto que está sendo pesquisado recentemente no Brasil, é necessário que os profissionais envolvidos com meio ambiente fiquem atentos e estudem o tema. As descobertas de novas espécies podem ser comunicadas pelo e-mail [email protected]. Alguns órgãos internacionais disponibilizam as listas com as espécies invasoras mais comuns e algumas medidas de combate. No site www.institutohorus.org.br, há uma lista com as 156 espécies já cadastradas no Brasil e outras informações.(A.D.C.)

mockup