O ministro dos Transportes, Alcides Saldanha, assina hoje em Brasília os primeiros contratos para o início da duplicação do corredor rodoviário que liga São Paulo-Curitiba-Florianópolis. No gênero, a obra é considerada a maior dos últimos 30 anos do país. No Paraná, ela envolve a duplicação da BR-116, partindo da represa do Capivari até a divisa com SP.
A conclusão será em dois anos. O projeto prevê também a pavimentação do Contorno Leste de Curitiba e a restauração da pista dupla que liga a Capital até a divisa com SC.
O novo corredor será chamado de ‘‘Rodovia do Mercosul’’, e servirá como eixo de escoamento da produção agrícola e industrial. Os recursos vêm do BID, Eximbank e do governo federal.
Segundo o DNER, esta será a obra que receberá o maior volume de recursos investidos pelo BID em um único projeto no país. O banco participa com R$ 450 milhões, correspondentes a 35% do valor total.
O Eximbank financiará R$ 450 milhões, e o governo brasileiro R$ 283,6 milhões, ou 22% do custo total. Outros grupos privados também participam com R$ 98,9 milhões, ou 8% do total.

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