A greve dos professores do Instituto Politécnico de Londrina (Ipolon) deve continuar pelo menos até o próximo sábado, de acordo com Valdir Zerbinati, presidente da Fundação do Ensino Técnico de Londrina (Funtel), que administra o Ipolon.
Os docentes cruzaram os braços na última segunda-feira e pretendem estender a greve por tempo indeterminado, até que o superintendente da Funtel, Moisés Betoni; e a secretária geral, Gisele Volsi, sejam afastados de seus cargos. Os professores suspeitam que está havendo má gestão dos recursos da Fundação, que acumula uma dívida de mais de R$ 1 milhão. Eles pedem uma auditoria administrativa e contábil para apurar as causas do endividamento.
Zerbinati afirmou que a dívida ''não é problema de má gestão, mas conjuntural e vem se acumulando de uns seis anos para cá''.
Os professores também reclamam do atraso nos pagamentos de salários e Fundo de Garantia (FGTS).

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