A comissão do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea-Bahia) encarregada do caso da nau Capitânia descobriu que o francês radicado no Maranhão Henri Schomoff, responsável pela construção da embarcação, não tem registro em nenhum dos 27 conselhos da categoria no Brasil. O Crea deve concluir a apuração no próximo mês e sugerir à Polícia Federal que Schomoff seja processado por exercício ilegal da profissão. O prejuízo foi de R$ 3,850 milhões (dos quais R$ 2,5 milhões dos cofres públicos e o restante de empresas privadas que participaram do projeto), dinheiro usado pela equipe do Clube Naval do Rio de Janeiro, em dois anos, na construção da réplica da nau de Pedro Álvares Cabral, aguardada como a estrela da festa dos 500 anos do Brasil.

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