Conselheiro quer abrir reuniões do CNE ao público
Conselheiro quer abrir reuniões do CNE ao público13/Mar, 20:44 Por Demétrio Weber Brasília, 13 (AE) - As reuniões da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE), em que são decididos, entre outros assuntos, o reconhecimento e a autorização de cursos superiores no País, poderão ser abertas ao público. Proposta nesse sentido foi apresentada hoje à tarde pelo conselheiro Lauro Zimmer, na primeira reunião após a posse dos novos conselheiros, pela manhã. A proposta já foi rejeitada pelo conselho no ano passado, mas tem o apoio do presidente do CNE, Éfrem Maranhão. Uma comissão coordenada por Zimmer terá 60 dias para apresentar um parecer sobre o assunto - que deverá então ser votado pelo pleno do conselho (Câmara de Educação Superior e Básica). No fim da tarde, representantes da Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban) foram impedidos de assistir à reunião da Câmara de Educação Superior. Segundo a advogada da instituição, Mônica Mansur, a proibição constituiu "desobediência de ordem judicial", pois, no mês passado, a Uniban obteve na Justiça o direito de acompanhar as sessões. Mas de acordo com o presidente do conselho, Éfrem Maranhão, a decisão da Justiça trata apenas das reuniões que têm em pauta processos da Uniban. "É a orientação que recebemos da Assessoria Jurídica do Ministério da Educação", disse Maranhão. Hoje, segundo ele, não havia em pauta processos relacionados à instituição. Para Mônica no entanto, a decisão do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, em Brasília, é "clara" e estende o direito da universidade a todas as sessões da Câmara de Educação Superior. Posse - Foram empossados seis novos conselheiros. São eles: Francisco César de Sá Barreto e Vilma de Mendonça Figueiredo, na Câmara de Educação Superior, e Ataide Alves, Nelio Marco Vincenzo Bizzo, Raquel Figueiredo Alessandri Teixeira e Sylvia Figueiredo Gouvêa, na Câmara de Educação Básica.





