O 3º Congresso Brasileiro de Jornais e o 1º Fórum de Editores, promovidos pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), a partir de amanhã até terça-feira, no Rio, pretendem avaliar as inovações no meio jornal. Uma discussão que deverá ir além dos limites das redações, onde são produzidas as informações, e das gráficas e departamentos comerciais, que dão vida física e financeira aos jornais, pois esses veículos de comunicação envolvem o público, são formadores de opinião e, como tais, exigem avaliações de ética e conteúdo jornalístico.

Por essas razões, os dois eventos pretendem ser ferramentas no treinamento de dirigentes, editores e profissionais ligados ao meio jornal. O objetivo, diz o presidente da ANJ, Francisco de Mesquita Neto, ''é discutir com os jornais associados e seus profissionais os movimentos mais importantes para o meio o jornal, que não se limitam às turbulências atuais, causadas pelo racionamento de energia elétrica e a crise argentina''.

Essas questões, reconhece Francisco Mesquita Neto, têm importância conjuntural no negócio jornal e serão avaliadas, mas a idéia é verificar também os efeitos das novas tecnologias nesse segmento da indústria, que tem uma vitalidade particular por anunciar o novo e, ao mesmo tempo, estar na linha de frente da evolução da tecnologia da informação.

Para facilitar o debate sobre a forma com que o meio jornal é avaliado pelo cidadão comum do País, aquele que compra o seu exemplar na banca ou o aguarda, todas as manhãs, debaixo da porta de casa, a ANJ encomendou pesquisa ao Instituto DataFolha, com o objetivo de medir o grau de credibilidade com que o meio jornal é visto no País.

mockup