Conferência no PR rejeita maconha para fim medicinal
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 31 de março de 2008
Luciana Pombo<br>Equipe da Folha 
Curitiba - Mais de 1,3 mil propostas foram avaliadas pelos 700 delegados que participaram da III Conferência Estadual do Meio Ambiente, em Praia de Leste, no Litoral do Paraná. Foram aprovados projetos para reduzir a emissão de gases poluentes como a proibição da queima de cana-de-açúcar e o controle do corte de árvores em áreas de preservação ambiental. Outras propostas, como a que prevê a liberação da cultura da maconha para fins medicinais, foram rejeitadas.
A liberação do cultivo de ''cannabis sativa'' (maconha) para fins medicinais surgiu como proposta do grupo de trabalho de redução das causas e foi rejeitado pelos conferencistas. A idéia era ''promover a sustentabilidade entre comunidades alternativas liberando o cultivo de ervas medicinais incluindo a cannabis sativa, entre outras''. A aprovação da proposta estaria embasada na Lei Federal 11.343 de 2006, conhecida como Lei das Drogas, e que autoriza o plantio da maconha no Brasil para fins medicinais.


