São Paulo, 16 (AE) -A Companhia Nordeste de Participações (Conepar) que terá seu ativo leiloado pelo Banco Central - já que fazia parte do patrimônio do ex-banqueiro Angelo Calmon de Sá - apresentou pela segunda vez consecutiva um prejuízo, desta vez de R$ 10,7 milhões em 98 contra R$ 23,1 milhões de 97.
O balanço da Conepar, uma holding que possui participações em indústrias petroquímicas, foi divulgado hoje e apresentou um crescimento na sua receita operacional bruta, que chegou a R$ 1,098 bilhão contra R$ 794,1 milhões de 97. O Banco Central é quem está controlando a Conepar, como parte de liquidação do ex-Banco Econômico.
A Conepar tem as seguintes participações nos capitais votantes de empresas da área petroquímica: 66,63% da Ciquine; 66 67% da Polialden; e 35% da Politeno. No caso da Ciquine, esta participação envolve a Cinquine Uruguai, Mateic, Petronor e Castletown. No caso da Polialden, a Petronor; e na Politeno, a Politeno Empreendimentos, Plasticor, Santeno, Lazen e Norquisa.

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