Belo Horizonte - A defesa da ex-estudante Érika Passarelli Vicentini Teixeira entrou com recursos para tentar anular a pena de 17 anos de prisão a que ela foi condenada ontem por ter planejado o assassinato do próprio pai, Mário José Teixeira Filho, em agosto de 2010. O júri popular encarregado de julgar Érika em Itabirito (MG) acatou a tese do Ministério Público Estadual de que a estudante elaborou a morte para receber apólices de seguro que o pai havia feito, no valor de R$ 1,2 milhão. Ao definir a pena, o juiz Antônio Francisco Gonçalves observou que a ré não é primária. Ela já foi acusada de crimes como estelionato e furto.(Agência Estado)

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