Curitiba - O vice-reitor do Centro Universitário Positivo (UnicenP), José Pio Martins, é o mais crítico em relação às mudanças. Mais abrangente do que os anteriores, o novo sistema avaliará quatro itens: o processo de ensino, de aprendizagem, a capacidade institucional e a responsabilidade do curso com a sociedade. ''Acho interessante ver qual o compromisso com os problemas sociais, mas isso não pode servir de condenação. Pode ter uma faculdade de engenharia que não tenha nenhum trabalho social, mas ensine engenharia como ningiuém'', diz.
Já o diretor de Avaliação e Acompanhamento Institucional da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Ricardo de Jesus Silveira, tem visão diferente. ''Acho positivo que além do aprendizado, um dos eixos de avaliação seja o compromisso social da universidade, se ela tem projetos que contribuam para o desenvolvimento da sociedade'', afirma. Ele também elogia a substituição do Provão, que passa a ser feito em duas provas, uma no final do primeiro ano e outra no final do curso. A comparação entre a primeira e a segunda prova mostrará o avanço realizado pelo aluno graças exclusivamente ao curso que frequenta.

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