Washington, 24 (AE-AP) - O Comitê de Relações Exteriores do Senado autorizou a venda de alimentos e remédios para Cuba, depois do presidente do comitê, o republicano Jesse Helms, retirar sua oposição à amenização do embargo de 40 anos sobre o governo comunista da ilha.
As vendas não poderão ser subsidiadas pelo governo federal, e Helms disse ontem que essa medida protegerá "a moral e os interesses da segurança nacional" dos Estados Unidos.
"Cada dólar que estes países gastam em produtos agrícolas norte-americanos é um dólar que não podem gastar em terror e repressão", disse Helms, um dos críticos mais ferozes do presidente cubano Fidel Castro no congresso.
A medida referente a Cuba foi incluída em uma lei de assistência estrangeira que também autoriza 600 milhões de dólares em alívio da dívida para nações em desenvolvimento e 300 milhões em ajuda para as vítimas da aids na áfrica.
Grupos de avicultores e empresas agrárias pressionaram pelo afrouxamento do embargo contra Cuba e para a eliminação de todas as barreiras à exportação de alimentos.

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