Comissão se reúne para discutir soluções
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Vítor Ogawa<bR>Reportagem Local 
Segundo a secretária municipal de Recursos Humanos, Kátia Marcos Gomes, foram feitas exigências contratuais para evitar problemas no andamento do concurso da Prefeitura de Londrina. "Publicamos, por exemplo, que todas as questões deveriam ser inéditas. Inclusive os problemas enfrentados em concursos passados foram colocados em contrato para que isso não ocorresse novamente. Mas eu não tenho nenhuma dúvida em relação à lisura do processo. Não houve fraude. Os problemas detectados aconteceram por falta de revisão, por problemas na gráfica, por questões mal formuladas ou por permitir dupla interpretação", explicou.
Conforme Kátia, a empresa contratada trabalha com um grupo de elaboradores muito grande e a própria Secretaria de Recursos Humanos não tem envolvimento com as pessoas. "Esses elaboradores têm que responder para a fundação sobre tudo que aconteceu, já que isso foi colocado em contrato", apontou. Ela explicou que é a Secretaria de Gestão Pública que terá de analisar item por item do contrato e aplicar uma pena à contratada.
Ela ressaltou que apenas duas empresas apresentaram proposta para elaborar as provas do concurso, incluindo relação de concursos feitos, certidões técnicas, carta de referência, entre outros requisitos. "A Fundação de Apoio à Unespar (Fafipa) e a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Estadual de Londrina (Fauel) cumpriram todos os requisitos exigidos e o que definiu a escolha da Fafipa foi o critério de menor preço em contratação pública."
Kátia destacou que só o candidato pode questionar o concurso. Ela orientou que cada candidato analise o novo gabarito divulgado pela Fafipa. "É muito importante que os candidatos usem os meios que o edital disponibiliza, que no caso são os recursos, dentro dos prazos estipulados."


