Comércio do centro de SP deve fechar o mês com vendas 20% maiores
está sendo alvo de fiscais da Receita Federal diariamente, desde a semana passada. O local abriga 205 lojas e a maioria não tem nota fiscal de procedência das mercadorias. Assim que os fiscais chegam, os comerciantes fecham as lojas para evitar a apreensão dos produtos. Quando eles deixam o local
as portas são reabertas. A ação da Receita está sendo realizada em conjunto com a Secretaria da Fazenda do Estado e a Polícia Militar com o objetivo de reduzir o contrabando e a sonegação de impostos. Já o Shopping Light, inaugurado recentemente no antigo prédio da Light no centro novo da cidade está atendendo mais de 70 mil pessoas ao dia, número que deve aumentar hoje, segundo a superintendente do estabelecimento, Marta De Vitto. De acordo com ela, o volume médio das vendas aumentaram 25% nas últimas semanas.Por Cleide Silva São Paulo, 23 (AE) - Lojas da região da Rua 25 de Março abrem as portas amanhã (24) até as 18 horas para atender os consumidores que deixaram as compras para a última hora. Muitos produtos, no entanto, já estão esgotados, como a linha de brinquedos Pokémon e luminosos. O tradicional comércio da região no centro velho de São Paulo está contabilizando aumento de 10% nas vendas deste ano, mas os lojistas apostam que o crescimento poderá ficar próximo a 20% até o fim do mês, segundo informou o presidente da União dos Lojistas da Rua 25 de Março e Adjacências (Univinco), Rezkalla Tuma. As vendas de produtos natalinos, bijuterias, tecidos, brinquedos e vários outros itens já somam cerca de R$ 60 milhões, segundo cálculos de Tuma. Nos últimos dois sábados passaram pela região cerca de 700 mil pessoas em cada um dos dias, ante uma média normal de 300 mil pessoas. Ao contrário de outros anos, o produto nacional está sendo mais procurado por conta da alta de preços dos importados após a desvalorização do real. Tuma disse que, até o ano passado, 60% das mercadorias vendidas na região vinham da China. Esse ano, o mix se inverteu e esse índice passou a ser de produtos fabricados no País. Um dos mais conhecidos pontos de venda da região, a Galeria Pajé





