O comerciante Gentil Favoretto procurou a Folha ontem para criticar a divulgação do nome de sua empresa a Auto Peças Diagonal Ltda, de Mandaguaçu em uma investigação feita pela Superintendencia da Polícia Federal, em Curitiba. A empresa dele foi citada como a despachante de um carregamento de 100 quilos de maconha do Aeroporto de Foz do Iguaçu para a capital.
Na nota enviada à redação da Folha às 19h29 de anteontem, a PF informava que a encomenda teria como destinatário Rodrigo Antonio Oliveira (nome falso) e endereço na Rua Riachuelo. A nota fiscal informava que a carga se tratava de peças recondicionadas.
Favoretto diz não ter escritório em Foz e que nunca despachou peças por via aérea para Curitiba. ''Não sei quem foi o autor desse negócio'', disse o comerciante.
Ontem, a assessoria da PF informou que a empresa de Favoretto está sendo investigada porque a nota fiscal apreendida estava em nome da Auto Peças. A PF ressalta, porém, que isso não quer dizer que o dono do estabelecimento tenha ou não algum tipo de envolvimento com o crime. Mas que ele será procurado durante as investigações.

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