Comercial - Departamento Comercial terceiriza Telemarketing
Para sobreviver à crise, não adianta apenas criatividade. É necessário que a empresa se modernize, reduza custos, dê retorno aos anunciantes, encante o leitor e, sobretudo, mantenha a credibilidade. Com esta filosofia, o diretor comercial da Folha de Londrina/Folha do Paraná, Lélio Almada Vicente, promoveu mudanças no início do mês de fevereiro no departamento comercial do jornal para consolidar o processo de estadualização.
Em primeiro lugar, Lélio tratou de mostrar, mais uma vez, o potencial que a Folha tem para as agências de propaganda que, infelizmente, ainda concentram suas ações apenas em veículos da capital. Algumas agências desprezam o mercado potencial do interior do Estado, que é duas vezes maior que o da Capital. Um anúncio veiculado no nosso jornal tem maior exposição, explica Lélio.
A Folha de Londrina/Folha do Paraná saiu na frente dos demais veículos ao se tornar o primeiro jornal de circulação estadual e cadernizado, com 90% de seus leitores assinantes e com leitura diária na mão de 200 mil pessoas qualificadas e formadores de opinião. Um perfil destes não pode ser ignorado pela mídia, declarou.
Com o potencial da Folha mostrado mais uma vez ao mercado publicitário, Lélio realizou mudanças internas. Toda a operação de telemarketing foi repassada a uma empresa terceirizada nas quatro regiões: Norte, Centro, Sul e Oeste. Fazer telemarketing requer treinamentos periódicos, gerenciamento de banco de informações, mailing list completo e um database atualizado. A missão da Folha de Londrina/Folha do Paraná é fazer jornal e vender publicidade, explicou o diretor comercial.
A terceirização do telemarketing vai propiciar a redução de custos e otimizar as vendas nas quatro regiões do Estado, segundo Lélio. O telemarketing terceirizado vai ser responsável apenas pelas assinaturas novas do jornal.
Para continuar sendo competitivo no mercado e obter resultados mais amplos, Lélio explicou que a Folha decidiu ampliar a possibilidade de ganho extra a todos os funcionários registrados da empresa e aos terceirizados e/ou prestadores de serviço. Para obter este ganho, os participantes devem oferecer a todo mercado os serviços do jornal -assinaturas, inserções comerciais publicitárias e até serviços de impressão no parque gráfico.
As regras são simples: a indicação de clientes será formalizada por escrito através de documento próprio e encaminhado aos departamentos comerciais em Curitiba e Londrina. Os departamentos designarão uma pessoa que irá contatar o futuro cliente. Caso ocorra mais de uma indicação, será considerada válida apenas a primeira. Nenhum funcionário será vendedor de anúncios. Ele será apenas a ponte entre o departamento comercial e o cliente, explicou Lélio, deixando claro que a participação é espontânea.
Segundo Lélio, se as indicações vierem a se concretizar as remunerações serão pagas da seguinte forma:
a) funcionários registrados na empresa: receberão 3% de comissão sobre o valor líquido da venda, pela indicação de clientes que resultem em vendas de qualquer espaço, desde que sejam novos clientes ou clientes reativados; 3% de comissão sobre o valor líquido da venda, aos colunistas funcionários pela colocação dos anúncios em sua coluna; e 10% de comissão sobre o valor líquido da venda de assinaturas novas.
b) Empresas terceirizadas (redação): 3% de comissão sobre o valor líquido da venda, pela indicação de clientes anunciantes em qualquer espaço do jornal, desde que sejam novos clientes ou clientes reativados; 3 % de comissão sobre o valor líquido da venda, pela colocação de qualquer anúncio em sua coluna; 10% de comissão sobre o valor líquido da venda, pela indicação de clientes patrocinadores de sua coluna ou outras colunas por terceiros existentes no jornal e 10% de comissão sobre o valor líquido pela venda de assinaturas novas.
Lélio disse que as formas de pagamento serão via folha de pagamento, no caso dos funcionários e colunistas funcionários registrados na empresa, depois de levantamento e informações repassadas ao setor de Recursos Humanos. Para os terceirizados, será feito um levantamento mensal das indicações efetuadas, informação dos valores disponíveis para efeito de remessa de nota fiscal, recebimento da nota fiscal e provisionamento do pagamento. O prazo médio para pagamento será de 30 dias após o término do mês de veiculação.





