Rio, 25 (AE) - O comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, coronel Sérgio Martins, disse hoje que, a partir de segunda-feira, quando começa oficialmente a Cimeira-América Latina e União Européia-Caribe, ninguém estranho à reunião terá acesso à sede do Museu de Arte Moderna (MAM). "A partir desse dia toda a área estará isolada", afirmou. Segundo ele, a decisão dos funcionários demitidos da Fundação Nacional de Saúde de fazer uma manifestação nos jardins do museu foi uma surpresa para a PM. "Não fomos surpreendidos pela manifestação porque sabíamos que ela estava acontecendo e estávamos acompanhando", disse. "A direção do movimento, no entanto, não nos informou que viria para o MAM."
O major Hélio Ricon, adjunto da seção de Comunicação Social do Comando Militar do Leste, disse hoje que a segurança não será reforçada a partir de segunda-feira. "Ela agirá de maneira diferente", declarou. "Quando os chefes de estado estiverem presentes, não permitirá que ninguém chegue perto do MAM." A coordenadora-executiva da Cimeira, Maria Celina de Azevedo Rodrigues, minimizou a importância do incidente. "Se tivesse sido importante, eu teria sabido há mais tempo", afirmou.

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