Bogotá, 18 (AE-ANSA) - Pouco tempo depois de definida a tabela das eliminatórias, a Colômbia, adversário do Brasil na estréia, já vive uma disputa política interna para a definição da sede do país. O prefeito da capital Bogotá, Enrique Peñalosa, saiu na frente e anunciou uma ajuda de US$ 2 milhões para reformar o estádio El Campín, 2,6 mil metros acima do nível do mar. A calorosa e caribenha Barranquila, também postulante à condição de sede, conta com um estádio maior, além de um bom retrospecto da seleção em outras eliminatórias. Foi na costa colombiana que o país conseguiu classificação para os últimos três mundiais. Os dois candidatos garantem segurança no estádio, apesar dos problemas de guerrilha e do narcotráfico.
O presidente da Federação Colombiana de Futebol, Alvaro Fina, já declarou sua preferência por Bogotá, mas garante que a decisão final caberá ao treinador, Javier Alvarez, a ser tomada nesta semana. Um dos aspectos a ser considerados será o elenco convocado. Será vantajoso jogar na altitude de Bogotá se a equipe contar, por exemplo, com poucos "estrangeiros" como os veteranos Rincón e Asprilla, que já estão acostumados a jogar fora do país. A presença do corintiano, que teve certas desavenças por questões financeiras com a federação, não está vetada.

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