Bruxelas, 16 (AE-ANSA) - A Colômbia ocupa um dos primeiros lugares entre os países onde os jornalistas correm maior risco de serem assassinados, afirmou comunicado difundido em Bruxelas pela organização Jornalistas Sem Fronteiras.
A entidade, financiada pela UE, denunciou quatro crimes nos últimos dez meses na Colômbia, 10 em Serra Leoa, seis na Iugoslávia, dois na Nigéria e um no Líbano.
Na Europa, acrescentou o comunicado, a guerra na Iugoslávia também deixou vítimas entre os profissionais de imprensa. Três repórteres chineses morreram no bombardeio da OTAN contra a embaixada deste país asiático em Belgrado.
Em abril um jornalista iugoslavo, diretor de um jornal independente sérvio, foi assassinado e dois jornalistas alemães do semanário Stern morreram ao serem baleados por um franco atirador.
Os Jornalistas Sem Fronteiras também denunciaram a lentidão das investigações, o que às vezes revela "a cumplicidade existente entre os assassinos e as instituições oficiais".

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