Cofre apreendido pela polícia em floricultura não guardava documentos relevantes
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quinta-feira, 13 de maio de 1999
Por Paula Pereira 
São Paulo, 14 (AE) - A Polícia Civil não encontrou documentos relevantes no cofre apreendido quarta-feira na floricultura Florexótica. Hoje pela manhã, o proprietário da floricultura, Ameleto Waetg, esteve na polícia para abrir o cofre onde havia apenas talões de cheques pessoais e da empresa e documentos de dois carros. A Florexótica faz parte do consórcio de 24 floriculturas que prestam serviço ao Serviço Funerário municipal. A polícia investiga um esquema de cobrança de propina em que funcionários do serviço funerário cobrariam até 40% do serviço realizado pelas floriculturas nos velórios.
Na quarta-feira foram feitas apreensões em duas lojas da Florexótica, duas da Agrodora e na Rei Administradora, central de chamadas que atende o serviço. A delegada Juliana Pereira Godói, que chefia as investigações, deve iniciar na próxima semana a análise dos diversos documentos e disquetes apreendidos
e também deve ouvir testemunhas do caso.


