Brasília, 22 (AE) - O ministro da Previdência Social, Waldeck Ornélas, afirmou há pouco que não há como o governo federal prever quando poderá iniciar a cobrança previdenciária dos inativos. "Isto depende do ritmo de tramitação do Congresso Nacional", disse Ornélas. Segundo o ministro, os governadores pediram aos presidentes do Congresso, senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), e da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), que participaram da reunião de hoje no Planalto, que a tramitação das duas propostas de emenda constitucional (PECs) fosse feita o mais rápido possível. "Os governadores fizeram questão de mostrar o interesse na tramitação rápida dessas duas propostas"
ressaltou Ornélas. O ministro insistiu que a isenção de contribuição previdenciária para inativos que receberam benefícios de até 600 reais não é uma forma de se buscar uma tramitação mais rápida da proposta no Congresso. Ornélas enfatizou que essa isenção constava do projeto de lei que havia sido aprovado no Congresso no início do ano. "Isso já estava na lei que o Supremo derrubou; estamos apenas mantendo a isenção", disse ele.

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