CMTU fecha contrato com Coocepeve
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Danilo Marconi <br>Reportagem Local 
Londrina - A Cooperativa dos Profissionais de Reciclagem (Coocepeve) volta hoje a fazer o serviço de coleta seletiva em Londrina. A entidade mais antiga da cidade deste setor ficou dois anos sem contrato com o poder público.
A Coocepeve ficará responsável pela coleta em 55 mil domicílios nas zonas sul, leste e norte. O contrato, válido por 180 dias, tem custo mensal de R$ 202 mil.
''Está esparramado, é uma sobra de área, mas acreditamos que é um recomeço. Nunca pensamos em ficar tanto tempo assim fora do sistema (de coleta) e estamos confiantes, temos a garantia de um trabalho'', disse a presidente da Coocepeve, Sandra Araújo.
A Coocepeve chegou a ter 1,2 mil cooperados, gerava 500 empregos diretos e 750 indiretos, mas hoje está reduzida a 90 integrantes. A entidade pretende reciclar pouco mais de 225 toneladas de lixo por mês.
Com esse contrato, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) fecha acordo com as quatro cooperativas de reciclagem da cidade. A Cooperoeste recebe R$ 123 mil para atender 27 mil domicílios. O contrato da Coprelon prevê R$ 207 mil para coleta em 53 mil imóveis. Já a Cooper Região recebe o maior valor: R$ 248 mil para 84 mil residências.
A CMTU estuda lançar um novo modelo de coleta para o sistema. Mesmo com a coleta seletiva, 38% do lixo levado para a Central de Tratamento de Resíduos (CTR) poderiam ser reciclados. ''É de fácil constatação que há uma falha e a CMTU analisa de que forma resolver isso'', declarou o diretor de Operações, Gilmar Domingues.


