CMTU dá ultimato para cooperativa
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quinta-feira, 02 de fevereiro de 2012
Danilo Marconi <br> <br> Reportagem Local 
Londrina - O presidente da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), André Nadai, avisou ontem a Cooperativa de Trabalho de Profissionais de Reciclagem de Londrina (Coocepeve) que se até a próxima semana o contrato para a coleta do lixo reciclável em 49 mil domicílios não for assinado, o município vai contratar uma empresa terceirizada.
Nadai afirmou que Termo de Referência está em fase de conclusão no departamento jurídico do órgão. Pela proposta, a empresa contratada faria a coleta nos bairros onde não há atendimento e destinaria os materiais recicláveis para a Coopersil e Cooprelon, que mantêm contrato com o município. ''O interesse neste momento é que (o contrato) seja assinado com a Coocepeve e com os catadores que estejam agregados com a cooperativa'', disse.
A presidente da Coocepeve, Sandra Araújo, garantiu que não vai assinar o contrato da forma como foi apresentado. ''A gente quer que a CMTU dê as nossas áreas de volta (parte do Centro e das zonas Sul e Oeste). Para assinar esses setores oferecidos, não vamos'', afirmou.
Transporte coletivo
André Nadai também adiantou que a companhia vai concluir em 15 dias a análise da planilha de custo do transporte coletivo. Em dezembro, as empresas que exploram o serviço solicitaram revisão do planilha, mas nenhuma das partes revelou o valor do reajuste solicitado. Meses antes, o município concedeu subsídio de aproximadamente R$ 500 mil por mês (cerca de R$ 6 milhões por ano) para que não houvesse aumento da tarifa. Com o incremento, o valor da passagem caiu de R$ 2,25 para R$ 2,20. ''O subsídio continua, está previsto até no orçamento'', afirmou.


