Washington, 13 (AE-AP) - O presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, afirmou hoje (13) que não pedirá perdão, nem quer ser perdoado por seu sucessor sobre possíveis delitos que tenha cometido durante seu mandato assim que deixe o cargo em janeiro.
A afirmação foi feita durante reunião anual da Sociedade de Editores de Jornais americana e foi uma dura resposta à declaração dada esta semama pelo promotor independente Robert Ray de que irá processar o presidente por perjúrio e obstrução da Justiça no caso da ex-estagiária Monica Lewinsky.
Perguntado se pediria perdão a seu sucessor, Clinton disse: "A resposta é, eu não tenho interesse nisso. Eu não pedirei isso. Eu não acho que seria necessário".

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