Clima internacional favorece iniciativa
O secretário executivo adjunto do Ministério da Educação, Jairo Jorge, acredita que ''há um clima internacional favorável a essa idéia porque o mundo está consciente sobre a importância da educação para o crescimento sustentável de um país''.
Num primeiro momento, devem ser procurados os organismos multilateriais (Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Fundo Monetário internacional) que respondem por quase 20% da dívida brasileira. Já existem propostas semelhantes de conversão que privilegiam países altamente endividados, como a Nicarágua, Equador e a Bolívia. ''Esses organismos já têm a visão de que a educação não é um gasto, mas um investimento'', informou o secretário, através da assessoria de imprensa.
Ontem, o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, disse que o governo federal tem feito um esforço concentrado para melhoria dos recursos para a educação. Um exemplo seria a transformação do Fundef em Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica) que iria atrair cerca de R$ 4,13 bilhões a mais por ano para o setor. ''Há uma avaliação de que os recursos prioritários precisam contemplar a educação básica e fundamental. Estamos aportando recursos'', declarou ele, sem saber entretanto de onde virá o aporte de recursos para o Fundeb.(L.P.)





