Para o gerente de vendas Bruno Jacob Costa, de 24 anos, a cirurgia para a correção de um desvio nasal, feita no início do mês, foi um alívio. Ele se livrou das crises freqüentes de rinosinusite e melhorou a qualidade de vida.
  Costa lembra que, há dois anos, passou pelo pior momento da doença, com uma forte crise. Na época, ele precisou até ser internado para que o caso não evoluísse para uma meningite. ‘‘Tive muita dor, meu olho estava inchado, e uma tomografia constatou que a doença estava em estágio avançado’’, lembra.
  O jovem também sempre sofreu de rinite, causada por forte alergia a poeira, e agravada pelo desvio nasal. ‘‘Eu sabia que fazendo a cirurgia não ia acabar com a alergia, mas meu nariz não ia entupir mais’’, conta.
  Costa, que só respirava pela boca e usava descongestionante nasal todos os dias, agora comemora o resultado: ‘‘Uma semana depois da cirurgia, já estava trabalhando. Eu, que dependia de remédio para dormir, hoje sou outra pessoa’’.
  Problema parecido enfrentava a estudante Mariana Moura do Carmo, de 19 anos. Alérgica a poeira, ela ‘‘vivia’’ espirrando, com o olho lacrimejando e o nariz ‘‘trancado’’ - crises típicas de rinite alérgica. ‘‘Não conseguia respirar fundo, e quando ficava gripada piorava’’, lembra.
  Em julho do ano passado, ela passou por uma cirurgia para corrigir um desvio nasal. ‘‘Ainda continuo alérgica a poeira, mas facilitou minha respiração e melhorou a qualidade de vida. Não tive mais aquela história de nariz ‘escorrendo’, e foi um alívio tremendo para dormir’’, comemora.
  Já a auxiliar de enfermagem Ivanir Carnaúba, de 48 anos, conta que tem crises freqüentes de rinosinusite. ‘‘É só o tempo começar a mudar que aparece’’, afirma.
  Na última semana, quando foi entrevistada, estava se recuperando de uma crise de pouco mais de dez dias. ‘‘Tive cefaléia por vários dias e tontura, meu olho doía, tomei remédio para resfriado, mas não adiantou.
O quadro só melhorou depois que tomei antibiótico, no décimo dia já não tinha mais sintomas’’, conta. (C.P.)

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