Cigarro eletrônico divide opiniões entre médicos
Uma opção tentadora para fumantes. Um cigarro livre das mais de quatro mil substâncias tóxicas e que ainda não tem cheiro. O aparelho eletrônico foi criado em 2004 na China e, desde então, vem ganhando adeptos e outros fabricantes pelo mundo.
A novidade, no entanto, cria polêmica e divide opiniões entre os médicos. No Brasil, ainda não existe autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância sanitárias) para a fabricação e comercialização do produto.
O mecanismo do bastão eletrônico é bem simples. De um lado uma luz que imita a brasa, do outro uma piteira por onde o ar é sugado. No interior, uma bateria de lítio garante o funcionamento e um cartucho regarregável de nicotina dá o aroma que o fumante quiser. Existem várias opções da droga com níveis que variam de baixo a alto e ainda sem nicotina. A pessoa não traga a fumaça e sim um vapor que contém nicotina e propileno de glicol, substância usada em máquinas de fumaça de boates.





