Roma - Investigadores italianos excluíram ontem a possibilidade de gesto voluntário no choque do avião ocorrido quinta-feira passada contra a Torre Pirelli de Milão.
Segundo a juíza Bruna Albertini, os elementos até agora analisados levam à ‘‘exclusão de ação premeditada’’.
Para o ministro de Transportes italiano, Pietro Lunardi, o piloto se suicidou com um gesto espetacular. ‘‘Há apenas um arranha-céu em Milão e bateu justamente contra ele’’, afirmou Lunardi, que está convencido de que tenha se tratado de um suicídio.
Diferentes investigações estão sendo realizadas sobre o acidente que causou a morte de três pessoas.
O corpo do piloto, Luigi Fasullo, suíço-italiano de 67 anos, foi formalmente reconhecido. Os primeiros exames indicam que morreu no acidente, não devido a algum mal-estar.
A aeronave de Fasulo bateu contra o 26º andar de uma torre de 30 andares, a mais alta de Milão, depois de anunciar problemas no trem de pouso.

mockup