Pequim, 07 (AE-AP) - O governo chinês denunciou que o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, interferiu em assuntos internos ao criticar a China por reprimir a seita espiritual Falun Gong, que o regime comunista classifica de subversiva.
Ontem, em suas primeiras declarações sobre o tema, Clinton criticou a detenção de membros da seita, afirmando se tratar de um "exemplo inquietante" de um governo que atua contra "aqueles que põem à prova os limites da liberdade".
Sem mencionar diretamente Clinton, a porta-voz da chancelaria chinesa, Zhang Qiyue, declarou hoje que o governo americano ignorava os perigos apresentados pelo movimento espiritual, que conta com milhões de seguidores.

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