China acusa líder da Falun Gong de ter organizado protestos
Pequim, 12 (AE-AP) - A mídia estatal chinesa intensificou hoje (12) seus ataques contra Li Hongzhi, fundador da proscrita seita de meditação Falun Gong, acusando-o de ter planejado e dirigido o protesto em massa realizado por seus seguidores diante do quartel- general da liderança chinesa em Pequim.
Em um possível sinal de que as autoridades podem estar planejando levá-lo a julgamento, a tevê estatal também condenou outros líderes da Falun Gong por seu envolvimento no silencioso protesto de abril que reuniu mais de 10 mil pessoas.
Li, que vive em Nova York, negou ter organizado os protestos de abril e junho. Mas Pequim expediu uma ordem de prisão internacional contra ele, apesar de a China e os Estados Unidos não terem um acordo de extradição.
A tevê estatal, em seu noticiário, descreveu os protestos de abril como "o mais sério incidente político" na China desde as manifestações pró-democracia de 1989, na Praça da Paz Celestial, em Pequim.





