Chechênia é uma sombra em conversações sobre defesa na UE
Bruxelas, 15 (AE-AP) - Ministros de Relações Exteriores e de Defesa dos países da União Européia (UE) levaram adiante nesta segunda-feira (15) seus planos para uma participação mais ativa e unida da UE em questões internacionais. Mas o prosseguimento dos ataques da Rússia contra a Chechênia expôs novamente a inabilidade da UE para conter os conflitos além de suas fronteiras orientais.
Ministros de Defesa das 15 nações pertencentes à UE deveriam participar regularmente das reuniões mensais de ministros de Relações Exteriores pela primeira vez para encontrar meios de fornecer à UE maior força militar e diplomática após os conflitos na Bósnia e em Kosovo revelarem o quanto a Europa depende da assistência dos Estados Unidos.
Os ministros apontaram o líder da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na guerra em Kosovo, Javier Solana, como secretário-geral da União Européia Ocidental (UEO), um grupo militar inativo que a UE quer desenvolver como seu braço de defesa.
A partir de 25 de novembro, Solana irá ocupar simultaneamente sua posição na UEO e seu atual posto de alto-representante para política externa e de segurança. O novo cargo, criado recentemente, foi dado a ele no mês passado.





