São Paulo, 02 (AE) - O custo da cesta básica ficou praticamente estável na cidade de São Paulo na última semana de março, segundo pesquisa realizada pelo Procon em convênio com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) em 70 supermercados da capital.
No dia 25 de março, o consumidor desembolsava R$ 129,85 pela cesta. No dia 31 de março, a cesta custava R$ 129,97, com uma ligeira alta de 0,09%. Em março, a cesta básica acumula alta de 0,46%.
Dos três grupos de produtos pesquisados, os preços dos alimentos, que têm maior peso na cesta básica, recuaram 0,32% na semana. Já as cotações dos produtos de higiene pessoal subiram 2 61% - de R$ 11,88 em 25 de março para R$ 12,19 no dia 31- e os artigos de limpeza ficaram, em média, 0,98% mais caros no período.
Produtos - A cebola foi o produto que liderou a queda de preço da cesta básica. Na última semana, a cotação do produto ficou 6,58% mais barata. O preço do do feijão carioquinha também recuou 5,15% na última semana, seguido pelo preço da batata, que caiu 4,88%. Até o óleo de soja e o frango, que tinham sofrido o impacto direto da desvalorização cambial, tiveram queda de preço no fim do mês passado, quando as cotações recuaram 2,46% e 1,55%
respectivamente.
As maiores altas de preços foram registradas basicamente nos artigos de higiene pessoal e limpeza. Na última semana de março, o absorvente higiênico ficou 3,75% mais caro, a cotação do sabonete subiu 3,33% e do detergente líquido, 2,86%.
Alguns alimentos continuaram subindo de preços na última semana, apesar de terem absorvido o maior impacto da desvalorização. É o caso da salsicha avulsa, cujo preço foi reajustado em 3,40%, e do biscoito de maisena, que encareceu 2 99%.

mockup