Cesta básica do paulistano sobe 1,10% no mês
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quinta-feira, 11 de março de 1999
Por Denize Bacoccina 
São Paulo, 12 (AE) - A cesta básica do paulistano, pesquisada pelo Procon e Dieese, teve uma pequena elevação de 0 08% hoje e fechou em R$ 130,79. A alta acumulada em março chega a 1,10%. Por grupo, o aumento foi de 0,30% nos alimentos, 4,33% no material de limpeza e 4,73% nos produtos de higiene pessoal. Em fevereiro, o aumento era liderado pelos produtos alimentícios.
Na variação diária, os produtos de limpeza baixaram 1 44%, enquanto os alimentos subiram 0,29% os de higiene pessoal aumentaram 0,09%. Os produtos que tiveram os maiores aumentos em março foram a margarina (8,33%), farinha de trigo (7,58%), papel higiênico (6,82%) e absorvente higiênico (6,67%). Tiveram aumentos expressivos também o leite em pó integral (5,88%), o biscoito maizena (4,62%) e a cebola (4,23%).
Os preços que mais caíram foram os da linguiça fresca (-8,96%), que havia subido no mês passado, da batata (-4,30%) e do açúcar (-3,47%). As carnes e derivados tiveram comportamento variado. A carne bovina de primeira ficou 0,42% mais barata, enquanto a de segunda subiu 2,88%. O frango baixou 2,82% e a salsicha subiu 3,81%.
O Dieese também pesquisou os supermercados que oferecem o menor preço para a cesta básica. Os estabelecimentos com menor preço são Futurama (região central), Ourinhos Box (zona norte), Estrela Azul (zona leste) e Castanha (zona oeste).
Desde o início do Plano Real, em julho de 1994, a cesta básica acumula um aumento de 22,92% conforme pesquisa nos supermercados.


