Curitiba - A empresa de segurança privada Centronic, pivô do caso da morte do estudante Bruno Coelho, em outubro do ano passado, informou que ainda não foi notificada da decisão, ocorrida ontem, em Brasília-DF, da Comissão Consultiva para assuntos da Segurança Privada (CCASP), que cassou autorização de funcionamento da Centronic.
A CCASP analisou oito processos abertos contra a empresa. Entre eles está o caso do estudante Bruno Coelho e outro de tortura que teria acontecido também no ano passado. A empresa, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que não se manifestará por enquanto, já que ainda não teria sido notificada da decisão.
A empresa ainda pode recorrer duas vezes da decisão. A primeira delas poderá acontecer em dez dias após notificação oficial apelando para o diretor-geral da PF. Caso o parecer não seja favorável novamente, a Centronic poderá recorrer ao ministro da Justiça. Só então, seria fechada de fato.
Sobre a hipótese do proprietário da Centronic ter aberto outra empresa para absorver os funcionários e continuar atuando no ramo de segurança privada, a assessoria de imprensa disse não ter conhecimento de tal fato.(D.R.)

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