Com 3.941.819 mu­lhe­res a ­mais do que ho­mens em seu ter­ri­tó­rio, o Bra­sil viu a ra­zão de se­xo cal­cu­la­da pe­lo Cen­so De­mo­grá­fi­co do IB­GE ­cair pa­ra 96/100 no ano pas­sa­do, em uma re­du­ção de qua­se 1 pon­to por­cen­tual em re­la­ção a 2000, quan­do era de 96,9/100. Se­gun­do o ins­ti­tu­to, es­se cál­cu­lo, no nas­ci­men­to, é di­fe­ren­te: são 105 be­bês do se­xo mas­cu­li­no pa­ra ca­da 100 do fe­mi­ni­no.
  Ao lon­go do tem­po, po­rém, os ho­mens na­tu­ral­men­te mor­rem ­mais, ­além de se­rem ­mais ex­pos­tos às mor­tes com cau­sas ex­ter­nas, co­mo a vio­lên­cia ur­ba­na e os de­sas­tres au­to­mo­bi­lís­ti­cos, al­ter­na­do as­sim o in­di­ca­dor. ­Mais lon­ge­vas, as mu­lhe­res pe­sam nas fai­xas ­mais ve­lhas – e apa­ren­te­men­te o fi­ze­ram ­mais na pes­qui­sa fei­ta no ano pas­sa­do, quan­do com­pa­ra­da com o Cen­so 2000.
  O nú­me­ro, con­tu­do, não é ho­mo­gê­neo em to­do o ­País e de­ve ser exa­mi­na­do com aten­ção e cau­te­la. En­tre as re­giões, a úni­ca com ­mais ho­mens do que mu­lhe­res no ano pas­sa­do era a Nor­te, com pe­so do se­xo mas­cu­li­no de 101,8. O mo­ti­vo, pa­ra o IB­GE, ­mais uma vez é a mi­gra­ção in­ter­na pa­ra a re­gião, com ocu­pa­ções pre­do­mi­nan­te­men­te mas­cu­li­nas ­mais atra­ti­vas. Na re­gião Cen­tro-Oes­te, ou­tra ­área de ex­pan­são, a ra­zão de se­xo era de 98,6; no Ma­to Gros­so, po­rém, che­gou a 104. A pes­qui­sa tam­bém cons­ta­tou que em 60% das ci­da­des bra­si­lei­ras ha­via no ano pas­sa­do ­mais ho­mens que mu­lhe­res, si­tua­ção in­ver­sa à na­cio­nal. Em ge­ral, po­rém, a pre­do­mi­nân­cia do se­xo mas­cu­li­no se deu nas ci­da­des me­no­res.


● É uma pesquisa normalmente realizada a cada 10 anos sobre a população que possibilita a coleta de várias informações, tais como o número de habitantes, de homens, mulheres, crianças e idosos


● É uma fundação pública da administração federal brasileira criada em 1934, com sede no Rio de Janeiro

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