São Paulo, 13 (AE) - O Grupo Votorantim decidiu que não exercerá o direito de preferência para adquirir os 40,7% que a Companhia de Geração de Energia Elétrica Paranapanema detém sobre os ativos das hidrelétricas de Canoas I e II, no rio Paranapanema. O Grupo, através da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), já era sócio na concessão de Canoas I e II juntamente com a Companhia Energética de São Paulo (Cesp). Após a privatização, a CBA passou a ser sócia da Duke, que comprou a Paranapanema.
A CBA detém 50,3% dos ativos de Canoas I e II, onde investiu R$ 214 milhões. Não é um controle acionário, mas sim o controle de ativos de uma concessão. Agora será assinado um termo aditivo ao contrato de concessão das duas usinas alterando o regime de exploração da parcela da energia que corresponde a participação da CBA para produção independente. Ou seja, a CBA vai utilizar a energia produzida em Canoas I e II, correspondente a sua participação, para uso próprio. A CBA quer aumentar sua produção de alumínio, com planos de chegar a 300 mil toneladas anuais.

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