Diversas categorias profissionais de Curitiba se mobilizaram na Praça Santos Andrade, em um dos pontos de manifestação de quem aderiu ao Dia Nacional de Paralisação contra as reformas da Previdência Social e trabalhista. Segundo a PM, 7000 mil pessoas participaram do protesto em toda a cidade. Por volta das 15h, grupos ainda protestavam em frente ao Palácio e a Prefeitura.

Na Santos Andrade, os professores que entraram em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta ficaram concentrados desde cedo para depois seguir em marcha até o Centro Cívico, conforme informou a repórter da FOLHA, Magaléa Mazziotti.

Os professores do magistério, coordenados pelo Sismac, no carro de som em frente ao Teatro Guaíra, disseram que foram coagidos pelos chefes de núcleo para não aderirem a paralisação.

Transporte/
Enquanto a Avenida Cândido de Abreu ficou tomada pela multidão, a Estação tubo Centro Cívico estava completamente vazia, já que os cobradores e motoristas de ônibus também aderiram a greve.

Os manifestantes, inclusive, foram até o Palácio e pediram que o Governador saísse do local. Com a negativa, os integrantes do Movimento pintaram suas mãos de vermelho e registraram suas marcas nos cartazes em frente ao local, na Praça Nossa Senhora de Salette, chamada pelos professores de Praça 29 de Abril ou Praça do Massacre. Ao fim do ato, eles ergueram as faixas com mostraram insatisfação com o governo.

PREFEITURA

Levantamento parcial/Balanço da adesão à greve feito pela SEED aponta o seguinte: 5% foram totalmente paralisadas, 58% parcialmente funcionando e 37 % abertas normalmente no Paraná. Esse levantamento considera o turno da manhã. À tarde será atualizado.

Fotos do protesto pela cidade:

Imagem ilustrativa da imagem Categorias profissionais de Curitiba se mobilizam contra as reformas
| Foto: Fotos: Magaléa Mazziotti
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