Londrina - Afora o pedido de justiça em relação ao assassinato do colega de profissão Francisco Gonçalves Filho, o Chiquinho, os agentes penitenciários do Paraná travam há anos uma luta para terem o direito de portar armas de fogo Sem respaldo do Governo do Estado, eles recorreram à Justiça para garantirem o porte
O gerente administrativo do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen) Vilson Brasil informou que diversos servidores ingressaram com ações judiciais e obtiveram o direito de portar arma ''A Justiça entende que o agente penitenciário não pode continuar exposto aos riscos'', observou o sindicalista
O próprio sindicato também ingressou com uma ação coletiva na Justiça e espera para breve uma definição A ação tramita na 1 Vara da Fazenda Pública, em Curitiba O Sindarspen conseguiu uma liminar liberando o porte, mas a Procuradoria do Estado recorreu e conseguiu derrubar a decisão
''Nós estamos expostos aos bandidos e não podemos usar armas Neste crime (do Chiquinho) ficou claro isso que foi um homicídio encomendado por questões de trabalho, porque ele era rigoroso e impedia a entrada de drogas, celulares e outras coisas'', concluiu Brasil (L A )

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