Categoria não admite negociar retirada
Os funcionários, no entanto, não concordam com a posição da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina, João Batista da Silva, a categoria não aceita a decisão das empresas. ''Não estamos dispostos a negociar a retirada do cobrador. O que poderia ser feito já foi. Hoje parte dos veículos já trafega sem este profissional'', disse.
Ele acrescentou que o acúmulo de funções para o motorista é preocupante. ''O motorista já tem que dirigir, cuidar do embarque e desembarque de cadeirantes e dos demais passageiros. Cobrar a passagem e cuidar do caixa é uma proposta inaceitável. Em assembleia os trabalhadores se posicionaram contra este ponto. Não dá para negociar'', disse. ''Fazemos um apelo para que os usuários sejam solidários com os cobradores. São quase 500 trabalhadores que perderão seus postos de trabalho'', acrescentou. Na última assembleia os trabalhadores aprovaram a greve que deve ocorrer quando os veículos começarem a circular sem o cobrador. (M.A.)





