São Paulo - A Florestal Cataguazes quer assinar um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público e a Procuradoria da República para fazer a remediação e a compensação do dano ambiental causado pelo vazamento nos rios Pomba e Paraíba do Sul de milhões de litros de resíduo da fabricação de celulose (lixívia).
As negociações com os promotores começaram há duas semanas. ''Nossa intenção é assinar rapidamente, até como garantia de que a empresa não vai fugir da sua parcela de responsabilidade'', disse o mais novo advogado da Cataguazes, Antonio Fernando Pinheiro Pedro, criminalista e especialista em direito ambiental. A empresa não está disposta, entretanto, a indenizar nem as prefeituras nem a população prejudicada com a contaminação. Por causa do acidente, mais de 40 municípios mineiros e fluminenses tiveram o abastecimento de água suspenso, peixes morreram, e a pesca está suspensa.

mockup